Lygia Fagundes Telles
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Ciranda de Pedra, de Lygia Fagundes Telles
“Creio, sim, na sobrevivência da alma, mas isto porque sinto os meus mortos em redor. Eles continuam embora nenhuma força consiga governá-los. Mortos e vivos, estão todos por aí completamente soltos. E a confusão é geral” (p. 134). Lygia Fagundes Telles usa da sutileza e genialidade para escrever seu romance de estreia. Publicado em 1954, Ciranda de Pedra utiliza de diversas metáforas e linguagem poética para contar a história de um grupo peculiar. “Natércio amava Laura que amava Daniel. Virgínia amava Conrado que amava Otávia. Letícia amava Afonso que amava Bruna, que amava a Deus sobre todas as coisas.” (sinopse) A história é contada sob o ponto de vista…